Aproveitei para ir com o filhote à dentista e ainda arranjámos tempo para um mini passeio por um sítio onde já tínhamos estado no verão. Houve também uma escapadinha até à Batalha, uma paragem estratégica para abastecer, já que no dia seguinte ele seguia para Coimbra.
E, no meio desta correria organizada, ainda consegui chegar a tempo à missa e à Visita Pascal. Confesso que, sempre que vou à missa, peço o mesmo: saúde e uma boa dose de paciência para dar conta de tudo o que o dia-a-dia insiste em trazer.
O que se torna mais difícil de aceitar é o facto de existirem mais duas pessoas no escritório que não demonstram qualquer preocupação em partilhar este acréscimo de responsabilidades. O trabalho que eu e o meu colega asseguramos implica prazos rigorosos, que têm de ser cumpridos, e tudo indica que acabará por recair exclusivamente sobre mim.
E, no final do mês, pouco ou nada muda: o vencimento mantém-se igual ao dos restantes meses, sendo eu, paradoxalmente, quem menos recebe e mais assume. No fundo, mais do mesmo.




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