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domingo, 31 de maio de 2026

Burocracias e esperas sem fim

Uma das partes mais desgastantes depois de um acidente ou de uma tempestade não é apenas lidar com os estragos. É também lidar com as burocracias, os processos, os pedidos, os documentos e, sobretudo, os intermináveis tempos de espera.

Os meses passam e continuamos sem respostas concretas.

No caso do seguro relacionado com o acidente de 9/12/2025, o reembolso continua por fazer. Entre contactos, documentação e promessas de análise, o processo arrasta-se sem uma data definida para conclusão.

Também o apoio para reparação da casa e das garagens permanece “em análise” desde 5/2/2026. Quase quatro meses de espera sem qualquer avanço visível ou informação concreta sobre quando haverá uma decisão.

Depois existe ainda o apoio para retirada das árvores derrubadas pela tempestade. Toda a documentação foi enviada a 19/03/2026, dentro dos prazos pedidos, mas até agora não existe qualquer perspetiva de quando poderá haver resposta — ou sequer se algum valor será efetivamente atribuído.

Entretanto, as despesas já foram feitas, o trabalho continua e os problemas não ficam à espera da burocracia. Quem está no terreno tem de resolver, limpar, reparar e avançar, muitas vezes recorrendo ao próprio esforço e carteira.

Percebe-se que existam processos, verificações e análises. Mas quem está do outro lado também precisava de respostas, previsões e alguma rapidez. Porque os prejuízos são imediatos, mas os apoios parecem sempre ficar perdidos no meio de papéis e sistemas.

E no fim sobra aquela sensação já demasiado conhecida: cumprir prazos é obrigatório para quem pede apoio, mas para quem decide ou paga, os meses continuam a passar sem consequências.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Generali / Ageas

Está difícil chegar a um acordo, ou melhor, a minha companhia (Ageas) aceitou o valor que o perito da Generali disse que pagaria mas eu não concordei em ser naquela oficina porque a parte que me calhava a pagar (devido ao segundo acidente) ficava mais cara 800€ que noutra oficina. 

Pedi para reverem o valor e ainda acrescentaram mais 400€ de IVA quando no valor anterior já tinham considerado o IVA e houve peças que passaram de 110€ para 350€...enfim... uma oficina para esquecer mas era uma das recomendadas pela Ageas... (com vistorias do perito online e presencial, já estávamos em Janeiro)...

Avisei logo a minha companhia de que não ia reparar lá e que queria receber o valor acordado e mandar reparar onde eu quisesse, sim, podemos fazer isso, mas houve logo entraves por parte de gestores e afins... já passaram mais de 15 dias (1 mês e meio desde o acidente) e o carro por arranjar... 

Estou de dois em dois dias a pressionar a companhia de seguros e a resposta é " Estou a aguardar novidades. Amanhã ligo para a nossa Gestora da Ageas para nos dar mais uma ajuda. Cumprimentos,"... cansadinha desta treta toda... se não tivesse havido o segundo acidente 6 dias depois do primeiro teria sido tudo mais fácil mas não se consegue mandar na vida....

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Jantar de Natal vs Acidente

Ora então ontem o Jantar de Natal da Associação correu muito bem, recebemos os cartões que eu havia mencionado e é sempre bom estes miminhos.

Mas o dia começou mal, o meu filhote ia para as aulas e bateram-lhe no carro, mas ainda não tenho a participação amigável, isto porque a pessoa que bateu deu-se como culpada mas depois ao chegar à empresa preencheu a declaração e colocou que lhe tinham batido por trás o que não corresponde à verdade. Temos a câmara do carro que comprova que: o veículo A (a carrinha que bateu) ia atrás do camião na faixa mais à direita, o veículo B(Honda jazz) ia na faixa mais à esquerda atrás de outro veículo, quando o veículo que ía à frente do Honda acelerou ficou um espaço entre os dois e do nada o veiculo A que ia com o pisca ligado há algum tempo guinou para a esquerda batendo no veículo B que apesar de ter travado não conseguiu evitar o toque...aliás foi exatamente isso que o senhor me disse ao telefone, que travou e guinou para não bater no camião e não viu que estava um carro na outra faixa, devido a ter os vidros embaciados e estar a chover... Danos materiais do veículo B - Pára-choques dianteiro ficou partido, assim como os apoios das luzes e terão de ser substituídos, no A foi só a luz de stop.

Foi só um pequeno dano mas ainda não está resolvido, é mais fácil resolver as coisas quando os carros são de particulares do que quando são de empresas.

Foi o melhor investimento do piolhito, as câmaras dianteira e traseira, neste caso já deu para provar o que aconteceu de verdade, custou 160€ o ano passado na Worten, uma excelente promoção pois era de 450€.

terça-feira, 7 de janeiro de 2025

Ser mais positiva

Como todas as semanas tem acontecido alguma coisa de errado nem vale muito a pena estar a enumerar, se não este blog era tipo o muro das lamentações e para este ano estou a tentar muuuuuuito ser mais positiva, mas que não está a ser fácil, não está....

quarta-feira, 2 de junho de 2021

Q - 447 - 3 Difíceis meses

Desde que o meu pai faleceu, há 3 meses, tem sido uma sucessão de azares e avarias de máquinas, electrodomésticos, portões, carros... até faz impressão.

Ontem o meu marido voltou a magoar-se no trabalho, desta vez foi o tendão, quando eu soube já tinha sido operado... Mais um acidente de trabalho sem jeito nenhum mas que demorará pelo menos 6 semanas para recuperação.

Tanto ontem como hoje verifico que as pessoas não têm atenção a nada, nestes dois dias, na viagem para o trabalho, tenho assistido a muitas infrações ao código da estrada e os acidentes a serem evitados por milímetros. Ontem ia um ciclista á minha frente, quando fiz pisca para virar á direita, um carro que estava á direita para virar para a rua de onde eu vinha, viu o pisca mas não viu o ciclista, por sorte o senhor conseguiu travar a bicicleta e o automobilista só o viu quando a roda da bicicleta quase lhe tocou na porta... Hoje vinham vários carros em sentido contrário, quando um se lembra de ultrapassar o da frente, a uma velocidade grande para o sítio onde era(dentro de uma localidade ia a mais de 100km/h) mas o pior foi depois, o que vinha atrás dele também começou a ultrapassar, quando eu estava a uns 5 metros dele.... eu e o carro que ele estava a ultrapassar desviamo-nos ao máximo para as valetas e travámos ao máximo, porque senão bater-me-ia de frente. 

Parece que as pessoas estão cada vez mais egoístas e só pensam nelas... mais um exemplo disso é a seguinte história que se está a passar no emprego:

A funcionária P. que começou no dia 24/5, veio apenas dias 24, 25, 26 até às 8:45 e 27 até às 9:45. No dia 26, supostamente, recebeu uma chamada do Hospital de Abrantes a dizer que a mãe tinha caído e estava no hospital, no dia 27 recebeu nova chamada para supostamente ir ao Hospital falar com a Assistente Social e avisou que seria melhor cancelarem o contrato pois precisava de uma semana para encontrar quem lhe ficasse com a mãe. A mim cheirou-me a "esturro" toda a história e quando me disseram que a mãe tinha partido a bacia eu perguntei se não teria antes sido o alguidar...das morcelas... Pois eu estava certa... a Senhora P. estava a trabalhar em 2 sítios ao mesmo tempo (tinha entrado para outra empresa no dia 1/4/2021 mas não estava a gostar e então mentiu aqui a dizer que estava na outra empresa há 6 meses e que estava a gozar as férias do fim do contrato pois que não queria renovar por ser um sítio muito parado e ela gostava de movimento. Entretanto, como soubemos uns dias depois, na outra disse que tinha de tirar uns dias para resolver uns assuntos pessoais. Do dia 26 em diante foi trabalhar para a outra, e ao chegar ás 10 em vez de 9 no dia 27, disse-lhes que o filho tinha perdido o autocarro e que teve de o levar à escola... E como é que descobrimos? Pois não é que a comadre da C..i trabalhava na outra empresa e na hora de almoço do dia 27 ligaram uma à outra e conversa puxa conversa eis que a outra diz que a colega tinha chegado tarde por causa do filho.... Resultado... nova fase de entrevistas por estes lados e a C..i nunca mais pode ir embora, pois terá de ensinar a substituta....

A lata de algumas pessoas é maior que a existente nos ferro-velhos...