Os fins de semana, agora por causa da menina KRISTIN, são todos muito idênticos, sábados de manhã ir buscar mais algumas árvores que se racham e arruma à tarde, o telhado ainda está por reparar pois com tantos pedidos a empresa que faz as chapas sandwiche não tem "mãos a medir". Ainda houve uma festa de aniversário à noite. Domingo para além de fazer almoço e jantar, tive de cuidar das roupas e preparar as coisas para o início do estágio do piolhito. As meninas estão a ficar todas de depenadas, os machos são terríveis, não as deixam em paz. Por falar nisso, no domingo nasceu mais um, o outro ovo ainda não eclodiu, nem sei se nascerá, vamos ver, mas aposto que é macho 🤣
"As coisas más não são o pior que pode nos acontecer. O que de pior pode nos acontecer é NADA..." Richard Bach - Um
terça-feira, 21 de abril de 2026
sexta-feira, 17 de abril de 2026
A curiosidade nunca trás boas notícias
O que parecia ser uma rotina normal de trabalho — arquivar documentos — acabou por revelar uma realidade que nunca tinha imaginado. Enquanto organizava os papéis na pasta de Fevereiro, deparei-me, por acaso, com alguns recibos de vencimento. Bastou um olhar mais atento para perceber que havia ali algo que não batia certo. E o mais surpreendente nem foi a descoberta em si, mas o impacto que ela teve.
Nunca perguntei a ninguém quanto ganhava. Não foi curiosidade ativa — foi puro acaso.
Falamos de uma associação ligada à área da construção — um setor ainda amplamente dominado por homens, um verdadeiro “mundo de homens”. Talvez por isso, certas mentalidades continuem enraizadas. Numa altura em que tanto se fala de igualdade, ainda há quem use expressões como “quem é o homem da casa”, como se isso definisse valor, responsabilidade ou até merecimento.
Até poderia compreender que, no ano passado, o meu aumento tivesse sido de apenas 100€, enquanto outros receberam 150€, por ter sido o meu primeiro ano. Mas este ano já não há explicação tão simples: tanto eu como a minha colega fomos aumentadas em 50€, enquanto os nossos colegas homens receberam aumentos de 100€.
E, às vezes, os números falam por si.
quinta-feira, 16 de abril de 2026
E durante a semana?
Fim de semana em imagens
Festa em honra de Nossa Senhora da Guia, era para ter sido realizada no fim de semana a seguir à tempestade Kristin, tendo sido adiada para agora.
O sábado começou com a morte da gata de rua, mãe e avó de todos os outros que tenho a brincar no quintal e jardim. 5 minutos antes tinha estado a comer e de repente morreu.
quinta-feira, 9 de abril de 2026
Depósitos a Prazo vs Certificados de Aforro: a batalha dos cêntimos
Se há coisa que tenho aprendido nos últimos tempos é que o dinheiro não cresce em árvores… mas também não se esforça muito para crescer sozinho 😅
Entre tentar poupar aqui e ali, acabei por diversificar: tenho vários depósitos a prazo e também alguns certificados de aforro. A ideia era simples — não pôr os ovos todos no mesmo cesto e ver qual deles se portava melhor.
Spoiler: há cestos que claramente estão a dormir.
Ora bem, Março foi um mês interessante para estas experiências financeiras cá de casa. Tive dois “eventos” dignos de análise:
- Um depósito a prazo de 500€ chegou ao fim… e rendeu uns impressionantes 0,90€ de juros. Sim, noventa cêntimos. Nem dá para um café em muitos sítios.
- Já um certificado de aforro, no valor de 505,96€, rendeu 1,88€.
E pronto, é isto. A luta foi renhida? Nem por isso.
Não estamos a falar de valores astronómicos, é certo, mas a diferença é clara: com valores semelhantes, os certificados de aforro renderam mais do dobro.
Claro que cada produto tem as suas características. Os depósitos a prazo são previsíveis, sabemos exatamente com o que contamos (mesmo que seja pouco). Já os certificados de aforro têm alguma variabilidade, estão ligados a taxas como a Euribor, e podem surpreender — às vezes pela positiva.
Mas olhando para estes números, a pergunta impõe-se: vale a pena “prender” dinheiro num depósito a prazo para receber trocos?
A verdade é que, neste momento, os certificados de aforro parecem estar a ganhar este duelo cá por casa. Não fazem milagres, mas ao menos dão a sensação de que estão a tentar.
No meio disto tudo, fica a lição: mais importante do que escolher o produto “perfeito” é acompanhar, comparar e ir ajustando. Porque se há coisa que o meu depósito de 0,90€ me ensinou… é que até o dinheiro precisa de motivação para trabalhar 😄
E por aí, como é que o vosso dinheiro se anda a portar?
quarta-feira, 8 de abril de 2026
As contas não se pagam sozinhas.
Aproveitei para ir com o filhote à dentista e ainda arranjámos tempo para um mini passeio por um sítio onde já tínhamos estado no verão. Houve também uma escapadinha até à Batalha, uma paragem estratégica para abastecer, já que no dia seguinte ele seguia para Coimbra.
E, no meio desta correria organizada, ainda consegui chegar a tempo à missa e à Visita Pascal. Confesso que, sempre que vou à missa, peço o mesmo: saúde e uma boa dose de paciência para dar conta de tudo o que o dia-a-dia insiste em trazer.
O que se torna mais difícil de aceitar é o facto de existirem mais duas pessoas no escritório que não demonstram qualquer preocupação em partilhar este acréscimo de responsabilidades. O trabalho que eu e o meu colega asseguramos implica prazos rigorosos, que têm de ser cumpridos, e tudo indica que acabará por recair exclusivamente sobre mim.
E, no final do mês, pouco ou nada muda: o vencimento mantém-se igual ao dos restantes meses, sendo eu, paradoxalmente, quem menos recebe e mais assume. No fundo, mais do mesmo.
segunda-feira, 6 de abril de 2026
Páscoa
Espero que tenham tido uma Páscoa tranquila, com alegria, boa companhia e, se possível… algum descanso (sei que nem sempre é fácil!).
Por aqui, o descanso decidiu tirar férias 😅
Na sexta-feira, fui até Alcobaça comprar um motoserra mais pequeno — daqueles que uma pessoa consegue usar sem parecer que está a entrar num filme de ação. Aproveitámos para almoçar por lá e a tarde foi mais calma, passada em casa.
Sábado começou cedo (como manda a lei de quem tem coisas para fazer) e lá fomos cortar mais três árvores, vítimas da Kristin. À tarde, foi tempo de as transformar em lenha, com a ajuda do rachador que era do meu pai — que continua a dar cartas. Ao fim do dia, ainda houve energia para amassar alguns folares, para garantir que no Domingo estavam bem fofinhos e dignos da ocasião.
Entre cuidar dos animais, regar o que vai resistindo no quintal e dar aquele “jeitinho” básico à casa, ainda fomos à missa. Depois, almoço nos sogros (porque Páscoa que é Páscoa tem mesa cheia) e, a meio da tarde, regresso a casa para a inevitável sessão de passar a ferro e preparar a verdura para a entrada — porque a tradição também se faz de detalhes.
Hoje trabalho sózinho de manhã. À tarde, depois de levar o filhote ao dentista, é dia de visita pascal, com missa às 16h. E como não há rota definida… tanto podem bater à porta às 17h como às 22h. É sempre uma surpresa — quase como um “ovo kinder”, mas versão religiosa 😄
E por aí… ainda se mantém a tradição da visita pascal ou já caiu em desuso?






















