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sábado, 28 de julho de 2012

No HSA/CHLP

Ainda não tinha vindo contar as novidades da consulta deste mês (23/07/2012) no HSA agora CHLP, assim:

  1. Citologia - OK
  2. Ecografia - OK
  3. Análises - BHCG 0.2
E pronto, já só faltam 3 meses para me ver livre de vez dos exames associados à gravidez molar, e que tudo continue a correr bem. 

painel de azulejos no IPOFG - Coimbra

No próximo mês colonoscopia no IPOFGC, controlo por o meu pai ter tido cancro no colon em 2002, já é a segunda que vou fazer e assim vai sendo a ronda dos exames... bolas que eu nestes dois anos estou cansada de hospitais, e isso tem-se notado um pouco no blog e nas publicações que têm ou não aparecido por aqui.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Resultados da manhã


E os resultados da manhã no HSA foram razoáveis, os valores do BetaHCG ainda não chegaram a zero mas já estão a 3,5, o raio-x também estava ok, agora haverá novas análises, raio-x e ecografia no final de Janeiro.
O Natal já será um pouco mais descansado, mas ainda haverá uma sombra a pairar...
Esperemos que 2012 traga boas notícias para ver se este blog volta a ser o que era...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

As noticias da semana

E da visita ao HSA de ontem as noticias foram boas:

BetaHCG - 38,8
Raio-X  -  ok
Ecografia  -  ok, com alguns quistos de Naboth
Peso  -  68,5
Tensão arterial  -  15,5 / 8,5  (super alta devido ao nervosismo)

E graças a Deus os valores da hormona continuam a descer. Agora só daqui a 3 semanas volto a repetir os exames e a ir a nova consulta.

O final do dia não foi tão bom, vamos a ver o que o fim de semana me traz, mas como se costuma dizer " Sempre que Deus fecha uma porta abre uma janela " e eu espero por isso. Mas antes as noticias do fim do dia serem más do que as da manhã. É preferível ter saúde e perder um emprego do que ter um emprego e não ter saúde.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Mais uma semana

E depois de mais uma ida ao HSA as noticias continuam a ser animadoras o BetahCG continua a descer e está nos 109,8. Na próxima semana há Ecografia, Raio-X toráxico e Análises, mas os resultados só saberei na semana seguinte. Cá por casa o Cris faz anos depois de amanhã, mas já está convencido de que este ano não terá nenhuma festinha porque a mamã não está bem, nem física nem psicologicamente e graças a Deus que ele entende. O jardim tem estado meio abandonado, quando puder voltarei com fotos. Um beijinho para todos e obrigada pela amizade.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Ansiosa e nervosa

E pronto hoje foi dia de mais uma consulta e foi a tremer que entrei no consultório, depois de ter ido fazer análises ontem. E é tão bom quando nos dizem,  " tenho boas notícias para si, ou melhor não são boas são óptimas", pois é o valor do BetahCG continua a diminuir, de 7.033 passou para 732 numa semana e eu continuo a rezar para que não suba, para a semana há mais análises e nova consulta. Isto de viver com um aperto no estômago todos os dias até os valores ficarem a zero é muito complicado. Obrigada a todos os que me têm desejado votos de melhoras, continuem a rezar por mim. Um grande beijinho para todos.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

E do dia de hoje

7:45 -  recolha de sangue para novas análises
9:35 - tensão arterial normal 12 / 8
11:00 - Eco.... o resultado não foi o melhor mas poderia ser pior

Quanto aos resultados dos últimos exames:
 RX - ok
Bhcg passou de 275.976 para 98.130 e agora é esperar que continue a descer até chegar a 0 e desejar que nos próximos 6 meses não suba nunca.

E pronto, assim se passa um "dia das bruxas" no hospital.... e como eu costumo dizer, " eu não acredito em bruxas, mas que as há, há "....
.
Um bom feriado para todos

domingo, 30 de outubro de 2011

Gravidez Molar ou Mola Hidatiforme


mola hidatiforme é um tumor usualmente benigno invulgar que se desenvolve a partir de tecido placentário em fases precoces de uma gravidez em que o embrião não se desenvolve normalmente. A mola hidatiforme, que se assemelha a um punhado de pequenos bagos de uva, é causada por uma degeneração das vilosidades coriónicas (projecções minúsculas, semelhantes a dedos, existentes na placenta). Desconhece-se a causa da degeneração.

Incidência

A mola hidatiforme é a forma mais comum de tumor trofoblástico. Nos países desenvolvidos, ocorre em cerca de uma em cada 2000 gravidezes; a incidência é muito mais elevada em alguns países em vias de desenvolvimento. Em cerca de 3% das gravidezes afectadas, o tumor transforma-se em coriocarcioma, um tumor maligno que pode invadir as paredes do útero se não for tratado emetastizar para outros órgãos.

[editar]Sintomas, diagnóstico e tratamento

Ocorrem geralmente perdas sanguíneas vaginais e enjôos matinais excessivos. Os tumores hidatiformes são visíveis numa ecografia. As análises de sangue e de urina detectam níveis excessivos degonadotrofina coriônica humana produzidas pelo tumor. O tumor pode ser removido quer por sucção do conteúdo do útero, quer por raspagem, podendo, por vezes, ser necessário o tratamento quimioterápico para eliminação total da mola.

[editar]Prognóstico

Existe o risco ligeiro de uma mola hidatiforme se transformar num tumor maligno; por este motivo, devem efectuar-se análises regulares para verificar os níveis de gonadotrofina coriônica humana no sangue e na urina. As mulheres que tenham tido uma mola hidatiforme numa gravidez não devem voltar a engravidar até que os seus níveis de gonadotrofina coriônica humana se mantenham normais durante pelo menos um ano. Uma em cada 75 gravidezes futuras corre o risco de ser novamente afectada.

[editar]Mola Hidatiforme Parcial

A doença trofoblástica gestacional (DTG) constitui um grupo heterogêneo de patologias do trofoblasto com diferentes potenciais de invasão local e à distância, que, de modo geral, acometem mulheres em idade reprodutiva, entre 12 e 50 anos, aproximadamente. Uma das formas de apresentação da DTG é a mola hidatiforme parcial (MHP), cuja provável causa é a fertilização de um oócito normal por dois espermatozóides, resultando em cariótipo triplóide (69,XXY ou 69,XXX) [1,2].
Com a avaliação histopatológica, é possível caracterizar a DTG como MHP pela presença de hemácias fetais e âmnio, ausentes na forma completa, bem como pela limitação da invasão trofoblástica e do edema vilositário, que são difusos nas outras formas de apresentação. Além disso, com certa freqüência, observa-se a presença de feto em meio ao tecido molar [3].
A apresentação clínica da MHP não difere muito das outras formas da DTG. O principal sinal é a presença de sangramento vaginal no primeiro trimestre, associado, dentre outros, a matriz uterina aumentada em relação à idade gestacional, náuseas e vômitos, cistos teca-luteínicos vistos à ultra-sonografia e, pouco freqüentes, sinais de toxemia gravídica precoce, como hipertensão, edema e proteinúria [2]. Os quadros hipertensivos associados à DTG, apesar de descrições clássicas, não são freqüentes na literatura e revisões recentes dos últimos anos mostram poucos casos de eclâmpsia e DTG [2].