sábado, 21 de fevereiro de 2026

Quando grátis não significa gratuito


Disseram que, por causa da calamidade Kristin, as portagens eram grátis nas zonas de Calamidade. E nós, confiantes, passámos, por exemplo na A19 entre a Azoia e São Jorge, sem pensar duas vezes. Afinal… grátis, grátis não era.

Não pagámos a portagem, é verdade — mas agora chegou a lembrança: 32 cêntimos por cada passagem, para custos administrativos?!?!.

Ou seja, não foi bem uma borla… foi mais um “pague depois, com calma”.

Fique à vontade, sim. Mas prepare a carteira… porque à vontade não é à vontadinha.

5 comentários:

  1. Estes Zezinhos das Autoestradas, são mesmo assim `,~`)))))
    Belo fim de Semana pra vocês e que tudo vá bem.
    Beijinhos.

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  2. Neste país muito dinheiro se paga para andar nas auto estradas. Com clamidade ou sem calamidade o que eles querem é faturar.
    Isabel Sá
    Brilhos da Moda

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  3. Esses custos administrativos irritam... credo!

    Cláudia - eutambemtenhoumblog

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  4. Que estupidez... custos administrativos?
    Vivemos realmente num país que explora o povo!!!

    Que vergonha.

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  5. A sério? :O
    Realmente... Vocês têm via verde? Porque já me informaram que quem tem, não paga custos administrativos, quer pague portagem ou não e quem não tem, pode não pagar a portagem como neste caso, mas não se livra desses custos.
    Esperemos que comecem a pensar mais nas pessoas das zonas afetadas, que já têm tanto em que pensar e tanto que pagar.
    Boa semana!
    :)

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